6 de agosto de 2016


Nossa Garota Nacional

Uma moça sem descrição, morena, alta, baixa loira quem sabe rica ou mesmo pobre? A unica coisa que se sabe é  que ela usa um vestido preto. Muitos a conhecem mas tal mulher nunca foi vista é uma verdadeira lenda viva, e apesar de desconhecida, conquistou o Brasil com seu carisma e sua levada envolvente, e a menina fugiu para passear por Marajó e se mandou mundo a fora  não estou falando de Mirian aquela demonia  – estou falando dela mesma, nossa Garota Nacional.

Foi em 1996, antes mesmo de muitos de nós nascermos, que o brasil conheceu a garota nacional apresentada com todos suas curvas e olhares pela banda de Rock nacional Skank, também uma das minhas favoritas.

Uma foto publicada por Skank (@skankoficial) em

Parente de Jaqueline Tequila  Jack Tequila  a pima bonita que enjoa, ela viveu altas aventuras, viveu a vida de forma intensa, entre palcos, show e festivais deixou a vida leva-la de forma bem sutil e sem pretensões. O que mais me encanta nela.

Anos passaram-se, gerações se foram e vieram, saideiras, rolê, happy hour e todos contaram mais de mil acasos que nos fizeram conhecer a banda e essa magnifica mulher. Seja no Japão, Jamaica, Mineirão ou mesmo no velho Rock In Rio, essa menina conseguiu, numa mensagem clara e objetiva mostrar para o mundo, o quão emocionante é uma partida de futebol. Hei! E que num campo as coisas são improváveis e até impossíveis. 

Uma foto publicada por Skank (@skankoficial) em

Ela acompanhou a banda, viveu, viveu, e hoje é o que é. Conhecida e bem quista por muitos e quem diria, aquela moça de discos atrás hoje cresceu e deu seus bons frutos. Mãe de Alexia, menina mulher da pele branca, que herdou da mãe o carisma. Curiosa como ela busca, respostas para tudo que vê por ai. O tempo passou, e ela nem viu.

A Garota Nacional como diz antes, garota, hoje uma bela mulher, ainda que caia as vezes no esquecimento, ressoa aquela canção que faz nascer o sol no coração das pessoas, reunindo bairro e favela. Quando perguntaram por ela, dizem que não viam ela há muito tempo, mas quanto tempo faz? Ninguém lembra mais, e nem sabe dizer por onde anda a pacata cidadã, mas que faz falta ela faz, e ninguém pode esperar tanto tempo assim, a final a lei é ser feliz agora e não depois.

Samuel Rosa, Praia do Botafogo, Rio de Janeiro 19/1/97
Apesar de já de idade, a libido continua o mesmo, do cacete. Ela ainda conquista no primeiro olhar, e deixa todo mundo suave, deixa saudade, as vezes até chega a cobrir a terra toda em lagrimas, com todo seu coração grande e simplicidade que, ainda que o tempo tenha se passado, as décadas vividas essa mulher será sempre nossa eterna Garota de vestidinho preto indefectível.

Nossa Garota Nacional 

Uma foto publicada por Skank (@skankoficial) em

POSTS SUGERIDOS